2012-02-09

Conceito de undistro: Uma desdistribuição GNU/Linux...

Nos últimos dias tenho estado espantado com a capacidade que uma pessoa pode ter em personalizar o seu sistema operativo.

No artigo anterior falei das minhas aventuras com o Lubuntu, que me levam a um conceito de "undistro": fazer um script que limpa fora toda a gordura que polui os recursos do nosso computador.

Gestores de pacotes mais inteligentes

A ideia de deitar fora o mais possível leva a uma segunda ideia: a de um instalador de software bem mais inteligente.

Depois da limpeza pode-se questionar o utilizador sobre o que usa e instalar as melhores opções. É uma forma de ajudar um novo utilizador a ter o software que necessita no pc, em vez do utilizador ter que procurar, instalar manualmente e experimentar programas um a um para ver se cada um lhe serve.

Utilizador mantém um perfil para ter o seu sistema adaptado

O modelo de distribuição GNU/Linux gorda, que tenta ter tudo disponível logo à partida, deveria já ter os seus dias contados. Os utilizadores deviam poder criar os seus perfis de uso que indicariam quais as melhores aplicações para o seu caso específico.

É que os utilizadores de uma distribuição GNU/Linux são muito variados: uns são domésticos, outros profissionais de vários tipos, outros querem jogos, outros só fazem programação. E a verdade é que muitos são principiantes no uso do Linux. Por isso as distribuições deviam ser bem mais inteligentes quando se apresentam em frente ao utilizador, deviam tentar conhecê-lo para gerir melhor que software lhe disponibilizam à partida.

Evidentemente que depois o utilizador poderia personalizar manualmente o sistema - só que este ponto de partida é fundamental para o convencer a ficar no Linux.

Esperemos que a comunidade não demore muito a perceber isto!

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